sexta-feira, 18 de março de 2011

Sobre: Blog/ Domingo de Chuva/ Tantos filmes e Um só.

Dia frio por aqui, num dia desses você sempre aceita assistir qualquer coisa, ou seriados… e resolvi assistir um filme Cubano, muito bom por sinal, chamado Habana Blues, mostra de forma fiel todo o swing dos Cubanos para a música e de quebra a dificuldade de se viver em uma ilha excluída pelo resto do planeta.
A tarde ela me chama para a sua casa, ajudar a tia a arrumar milhares de filmes que tinha desde os tempos de Dona de Locadora, milhares de filmes bons…
Pois é, um dia de chuva, não um dia qualquer, um domingo, de chuva! O fato de ser um domingo muda muita coisa pra mim, não sei se pra vocês também, ainda mais de chuva. Sei que justo hoje resolvi montar o blog e usá-lo para pequenos textos meus, totalmente egocêntricos, ler quem quiser ler, tomara que ninguém leia, é perca de tempo já estou avisando.
Domingo de chuva, um filme visto, milhares arrumados… só arrumados. Não preciso explicar porque criei o blog, preciso?
Estava chovendo em Jacobina!
(Luan Piauhy)

Pra me ocupar

Muito tempo sem escrever, eu sei!

Peço-lhes desculpas pela minha falta de tempo e atenção ao meu blog e minhas outras páginas. Estou voltando pra tudo aos poucos e sei que conseguirei reajustar meu tempo.

Minha vontade de escrever hoje se deu por meio de alguns textos que eu tive o prazer de ler e também, graças ao dia quente e entediante de hoje que está se tornando comum.

Às vezes sinto que me preocupo demais com coisas sem muita importância, mas, vai que elas sejam realmente importantes pra mim, afinal de contas, eu não ando tendo muito com que me importar a não ser com meus trabalhos sociais, a academia e a novela. Falta alguma coisa pra me estabilizar, poder ser que uma vida de verdade caia melhor do que a vida virtual, mas, se eu deixar de me dedicar ao twitter, blog, fotolog, tumblr, facebook, Orkut e companhia limitada, eu vou deixar de me dedicar a coisas que, de certa forma, são importantes pra mim. É com todos esses sites que me distraio e paro de pensar no quanto estou sozinha, triste e entediada. Com todos esses sites eu me sinto perto dos meus amigos que estão tão longe.

Por isso que voltei. Pra me ocupar!

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Todos os dias ela corria até a janela para vê-lo partir. Eram breves aqueles instantes. Não mais tempo havia senão para um sorriso, e, um leve cumprimento. Ela com os olhos em queda, e, um leve rubor de faces. Ele com o aceno de chapéu, e, um sorriso de disfarces. Ninguém os via, e, mesmo parecia que todo o mundo por aqueles instantes parasse. Eram somente aqueles dois os personagens, das manhãs de céu entorpecente. Mas, um dia, ele não apareceu. E, nos dias seguintes também. Seu rosto
empalideceu por imaginar algum mal àquele que só via passar. Passou a esperá-lo ainda mais cedo,
quando ainda não se podia ouvir as cotovias. Mas, quão
desgastadas eram aquelas esperas, que
logo o corpo franzino se deixava roubar pelo sono. Acordava já, sentada, na cadeira de balanço que colocava sempre em frente à janela. Ouvia passos. Corria, mas nada mais via. As manhãs eram cortantes. A janela agora nem mais se abria. O sorriso murchou. E, a felicidade, uma simples promessa de quem nunca mais, por ali, passou.

Engraçado como certos amores se perdem no caminho!

Flávia Barreto

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Indignação Sufocada

Entope mais o esgoto,

Assim como tua boca destampada se omite em meio à voz igualitária.

Olha cada pingo de suor teu se transformando em gotículas de uísque importado,

Que nem por tua garganta passa.

Liga o noticiário pra curar tua solidão, aproveita e ver qual foi a tragédia de hoje:

“É Fan tas ti co;

- Boa noite pra vocês!

No Rio de Janeiro só de mortes registradas já têm 436.”

Note que quem há de mudar é você.

A violência continua, tem gente que ainda faz disso brincadeira.

Mas a TV te entende, anula, quiçá, a culpa tua.

Ou a culpa é do ‘artista de sinal’ que cheira cola pra saciar a fome?

E quanto a cola mal passada no colégio?

Educação, educação!

Foi o que restou, minha indignação.

(Camilla Matos)

O Motivo para o Súbito Silêncio das Minhas Palavras

Ando ganhando a vergonha de escrever e isso me tem feito abandonar pela metade a maioria dos meus textos. Ando desacreditando no poder das palavras, escrevendo pouco e lendo menos ainda. O motivo pelo qual comecei a escrever já não existe mais e eu tento inventar alguma nova razão que me de inspiração, coragem e concentração para continuar essa "terapia" que encontrei nas escritas. Mas a vida me desilude. Sempre tive a sorte (ou azar) de sentir demais a maioria dos sentimentos e isso me fez ganhar (e perder) muitas coisas e pessoas. A "terapia" das palavras me foi receitada pelo meu coração assim que me apaixonei pela primeira vez. Taduzia em escritas tudo o que o meu coração sentia e a minha voz era incapaz de pronunciar.Sempre fui sincero em tudo o que escrevi e essa gigantesca sinceridade que anda me fazendo não querer mais escrever. Eu perdi a sinceridade das palavras ao aprender a mentir com uma das pessoas que inocentemente amei. E eu não quero voltar a escrever até ser tomado por novos sentimentos que façam as minhas mãos perderem o controle outra vez.
O amor nos tira as palavras e nos da a vontade de escrever.
Estou vivendo uma curiosidade dentro do meu coração, espero que seja o meu novo amor. Espero poder viver tudo o que penso estar sentindo


(Yuri Dultra)

E lá fui eu, mesmo não estando com a mínima vontade de ir, entrei, sentei, observei ao meu redor, e um certo alguém chamou minha atenção, nossos olhares se cruzavam, não apenas por uma vez, mas essa cena se repetia com a mesma intensidade pela qual minha mente sentia a curiosidade de saber alguma informação sobre quem ele seria, mesmo tentando prestar atenção em outras coisas, eu não conseguia desviar o olhar, e no fundo eu queria que essa sensação fosse recíproca, e achava que era, mesmo sem ter certeza de nada naquele momento. De repente algo nos faz rir, e surge entao naquela face o sorrizo mais lindo que meus olhos já tiveram o prazer de apreciar, e isso me encantava ainda mais, mas tive que ir embora e sem ter pronunciado nenhuma palavra, partí. Possa ser que eu não mais o veja, mas se um dia o reencontrar quem sabe nossa comunicação ultrapasse aqueles simples olhares com fundo de desejo.
(Isteice Santos)

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Mentiras

Ele mentiu. Todo o amor que ele jurava não era verdade, nunca te amou. Ele brincou com seus sentimentos e você inocente, acreditou em todas as baboseiras que os apaixonados falam. Não seja boba, ele apenas disse o que você queria ouvir.
Você foi a mais leal possível. Entregou-se de vez a esse amor que parecia tão sincero, mas não era, era apenas uma mentira. Ele mentiu, muitos mentem e vão continuar mentindo até que destruam toda a ilusão que criaram na nossa mente.

É isso, os homens são ilusionistas, por mais que acreditemos que tudo o que dizem é verdade, em algum momento acabamos descobrindo coisas que nos provam o contrário e sempre nos magoamos no final.
Acreditar nas pessoas é muito fácil. Difícil é não se enganar com elas.